Pachypodium lamerei (palmeira-de-madagáscar)
Uma planta extremamente singular, tanto pelo seu aspeto de palmeira com tronco espinhoso, como pelo peculiar processo de transformação das suas folhas em espinhos. Além disso, é fácil de cultivar, pelo que qualquer amante de plantas curiosas pode desfrutá-la em casa.
As folhas estão situadas na parte superior da planta, formando um penacho. As folhas inferiores deste penacho vão caindo à medida que o caule cresce, deixando uma pequena cicatriz de onde surgem três espinhos longos e fortes. Estes grupos espinhosos dispõem-se em linhas diagonais ao longo do tronco, ficando este todo coberto de espinhos fortes e chamativos.
É uma planta endémica da ilha de Madagáscar. Apesar de ser vulgarmente conhecida como "palmeira de Madagáscar", não é uma palmeira, mas sim pertence à família Apocynaceae, na qual também se enquadra a conhecida adelfa (Nerium oleander).
Pelo seu aspeto singular e a sua facilidade de cultivo, é amplamente utilizada como planta ornamental. Pode ser mantida e desenvolvida em vasos. No cultivo no solo, se as condições forem adequadas, atinge grande porte. No seu habitat natural pode atingir 8 m de altura e o seu tronco cerca de 1 m de diâmetro na sua base.
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Grupo: Suculentas curiosas.
Espécie: Pachypodium lamerei.
Variedade: s/d.
Altura da planta (parte aérea): 20-30 cm.
Diâmetro da planta: 15 cm.
Diâmetro do vaso: 8,5 cm.
Apresentação: Uma planta num vaso.
Atenção: Evitar que esteja ao alcance de crianças e animais de estimação, por ser muito espinhosa.
Observação: As folhas superiores podem cair em condições adversas, mas voltam a brotar quando as condições são favoráveis. Por isso, ao receber a planta, esta pode ter poucas folhas ou mesmo não ter, mas elas voltarão a sair.